Trabalho demais e sinto que perdi o sentido da vida: como sair desse esgotamento?

Hoje em dia é bastante comum encontrar rotinas de trabalho que nos exigem ao ponto de se tornarem patológicas. Muitas pessoas vivem um relacionamento tóxico com a profissão, o que inevitavelmente transborda para a vida pessoal. Ansiedade, depressão, perda de sentido e burnout tornam-se frequentes para quem atravessa essa realidade. Diante desse cenário, surge a […]
Domingo à noite me dá ansiedade e aperto no peito: o que isso significa?

Sentir ansiedade ou aperto no peito no domingo à noite é um sinal de alerta da psique indicando que algo precisa de atenção. Seja pela antecipação do estresse da semana ou pela insatisfação com a rotina, o corpo e a mente reagem ao que precisa ser transformado. Entenda as principais causas desse fenômeno coletivo e descubra estratégias práticas para ressignificar o seu final de semana.
A terapia online é tão eficaz quanto a presencial?

Sim, a ciência comprova que a terapia online é tão eficaz quanto a presencial. Neste artigo, mostro como funciona o atendimento à distância, suas principais vantagens e como escolher a melhor modalidade para a sua rotina.
Quais os sinais de que você precisa de terapia?

Saber o momento certo de iniciar a psicoterapia nem sempre é simples. Conheça os 3 níveis de terapia segundo a psicologia junguiana e identifique os principais sinais de que é hora de buscar apoio para superar a estagnação e viver com mais sentido.
Sensação de tédio e vazio emocional: o que significam na psicologia analítica?

O tédio e a sensação de vazio emocional nem sempre são apenas apatia ou perda de tempo: na Psicologia Analítica, eles sinalizam um rebaixamento da energia consciente e o chamado do inconsciente. Em vez de recorrer a distrações superficiais para fugir dessa estagnação, entenda como a abordagem junguiana transforma o “deserto interior” em solo fértil para a redescoberta de sentido. Descubra a função clínica do tédio e saiba como a psicoterapia pode ajudar a atravessar esse momento.
Qual a diferença entre estresse e burnout na psicologia analítica?

O estresse é uma resposta natural a desafios e pressões, variando conforme a situação. Já o burnout é mais crônico: surge quando a pessoa fica por muito tempo sob alta demanda, com pouco controle e pouca sensação de sentido ou apoio. Na psicologia complexa, o estresse é tensão acumulada entre opostos, e o burnout seria o estágio final, com falta de energia para o eu e apatia.
A sugestão na psicoterapia junguiana

Na psicologia analítica, a sugestão não é um erro em si, mas precisa ser usada com cuidado para não colocar o paciente numa posição passiva e dependente da autoridade do terapeuta. O analista sempre exerce influência de modo sugestivo por sua personalidade, e essa influência deve ser tornada consciente para não turvar o processo. Além disso, uma sugestão só se mantém quando encontra predisposição interna no paciente, e por isso métodos puramente sugestivos, como a hipnose, tendem a ser instáveis por não tratarem a causa, apenas suprimirem sintomas.
O que é considerado um vício na psicologia junguiana?

O vício não é apenas um “hábito ruim”, mas uma compensação inconsciente por uma vida unilateral ou desprovida de espiritualidade, exigindo que o indivíduo confronte sua própria escuridão para encontrar o “tesouro” da completude.
Quais são os sinais de uma boa autoestima para a psicologia junguiana?

Boa autoestima é equilibrar autenticidade e adaptação social, evitando extremos que levam ao adoecimento. Na psicologia complexa, saúde envolve aceitar transformações da personalidade ou seguir o processo de individuação quando renúncias não são possíveis. Práticas gerais como sono, alimentação e exercício costumam ajudar, mas nem sempre servem a todos. O caminho saudável passa por autoconhecimento, adaptação flexível e escolhas alinhadas à singularidade de cada pessoa.
O diagnóstico psicológico na psicologia complexa

O diagnóstico psicológico documenta resultados de uma avaliação (testes, entrevistas e escalas) para identificar transtornos, mas na psicologia complexa sua função é apenas nomear o sofrimento. Mais importante que o rótulo é o fenômeno clínico e o prognóstico, que orientam o trabalho terapêutico. Hoje a busca por diagnósticos cresce com a disponibilidade de testes e a cultura do imediatismo, embora o diagnóstico não substitua o processo de cura.
